Título: PREVALÊNCIA DO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO DE DEPRESSÃO EM ACADÊMICOS DE MEDICINA
Proponente(s): Dos reis, S. N.
Aluno(s): Teixeira, A. L. P.
Área: Medicina
Resumo:
A depressão envolve humor triste, vazio ou irritável, que afeta a funcionalidade do indivíduo. Entre acadêmicos de medicina, é incapacitante e subtratada, revelando que a saúde mental é desafiada pelo contexto dentro do curso. Trata-se de estudo transversal, com objetivo de avaliar a prevalência do tratamento de depressão entre estudantes de Medicina de uma instituição privada de Belo Horizonte, Minas Gerais, usando sexo e idade como variáveis explicativas. A prevalência de depressão nos acadêmicos foi de 27,47% e a prescrição de medicamentos para depressão foi de 32,63%. Apenas 18,83% seguem a prescrição. Dentre os que aderem ao tratamento, 71,83% são mulheres. O uso foi maior entre 17-25 anos (63,38%). O estudo mostrou alta prevalência de depressão entre acadêmicos de medicina, sugerindo sobretratamento medicamentoso. A maior prevalência em mulheres e jovens destaca sua susceptibilidade. Os achados reforçam a necessidade de acompanhamento psicológico e médico contínuo para garantir melhor prognóstico.